Errar, não só é humano como é preciso!

07:30


Eu sei que parece conversa fiada, e que muito provavelmente não será este artigo que irá mudar a forma como vês as coisas. Mas eu acredito piamente que o que escrevo a seguir é uma das maiores verdades de sempre.

Errar, não só é humano como é preciso, sim, é verdade, é necessário!



Estou a ler o livro Criatividade de Ed Catmul (Presidente da Pixar Animation e Disney Animation), que recomendo vivamente, e se isso não vos bastar, aqui seguem mais recomendações não menos importantes que as minhas:



Forbes - "Talvez seja o melhor livro de gestão alguma vez escrito.”

The Wall Street Journal - “Uma leitura indispensável para todos os que se interessam por inovação e criatividade.”

Financial Times - “Catmul recorre aos êxitos e fracassos da Pixar para delinear um modelo de gestão para negócios criativos.”

George Lucas - “Ed Catmul partilha a sua experiência de que a criatividade não é um poço de ideias, mas uma alquimia de pessoas.”

Basta para vocês? E posso garantir-vos que nem é nada chato! Vêm? Só coisas boas!




Ok, este livro está assim CHEIO de conteúdo, mas quando digo CHEIO estou a falar mesmo a sério. É coisa para eu dizer que é genial.

E, às páginas tantas desta obra de arte, eis que surge um tema tão pouco valorizado, a necessidade de errar.
Todos sabemos que errar faz parte do caminho. É quase como um ritual de passagem, um mal necessário, por aí. Mas, o que Ed nos trás de novo é que, mesmo tendo a consciência de que errar faz parte, ninguém consegue encarar como algo positivo! E isso sim, está errado.

Catmul diz que as pessoas continuam a ter medo de errar e olham para o erro como um mal necessário, um espinho no processo evolutivo, no entanto sentimos mágoa e vergonha sempre que o fracasso nos bate à porta. Ora minha gente, não é que o senhor tem toda a razão em achar que devemos ver a coisa com bons olhos? Então se é um processo de aprendizagem e evolução tão intenso, porque deveríamos ter vergonha?

Mais, Catmul diz mesmo que “os erros não são um mal necessário. Não são de todo um mal. São uma consequência inevitável de fazer algo de novo (e, como tal, devem ser encarados como enriquecedores; sem eles, não teríamos a originalidade).”

E é isto, só erra quem efetivamente faz alguma coisa, quem arrisca, quem sai da zona de conforto. E erra porque o mundo está a ensinar aos corajosos e audazes como chegar mais longe.

“Ao infinito e mais além"


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